O seu cetro é o louvor irmão!

clamar a Deus

Se formos tentar explicar o que é o cetro, usado nos tempos antigos, veremos que era um objeto que somente o rei possuía. Ele tem o formato de um bastão de ouro, com uma pequena bola na sua extremidade, também de ouro, e um pedra preciosa nela.

Com o cetro, o rei autorizava pessoas a entrarem em sua presença ou não.

O cetro era passado para as mãos de alguém, quando o rei queria lhe conceder poderes, ou em alguma cerimônia especial, para concessão de favor, indicando que a pessoa havia alcançado graça perante os olhos do rei.

Quando alguém se aproximava do rei, em seu palácio real, primeiramente a pessoa tinha que saudar o rei, se ajoelhando perante ele, geralmente proferindo algum louvor ou elogio (ex. ‘vida longa ao rei’, ‘salve o rei’, ‘viva o rei para sempre’, etc).

Vejamos alguns aspectos para o nosso estudo de hoje:

O QUE O CETRO TEM PARA MIM?

cetro

Entendendo isto, e analisando o que Deus disse: “Judá é o meu cetro”, percebemos que isto tem tudo a ver com o que o salmista declarou:

“Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor”.

Deus não se agrada de corações ingratos. O contrário também é verdade: Deus se alegra com um coração agradecido, que bendiz, e sempre tem louvor em seus lábios. 

Devemos entrar na presença do Rei com ações de graças. Devemos entrar nos átrios do Rei com hinos de louvor.

Lembre-se também, da história da rainha Ester. Quando ela se apresentou diante do rei Assuero, a Palavra diz que ela alcançou favor e benevolência aos olhos do rei mais do que todas as outras mulheres (2:16,17).

E quando apresentou seu pedido, o rei levantou seu cetro, como uma indicação de que suas lágrimas e seu clamor foram ouvidos, e disse que o que ela desejava lhe seria feito (cap. 8).

Veja o artigo: “O valor da adoração”

O cetro foi usado como um sinal de que ela havia sido recebida pelo rei, assim como o seu pedido. Então, podemos conectar os pontos, que Judá é o cetro de Deus, ou seja, o louvor é o que Deus reconhece como permissão para se apresentar diante Dele ou não.

Não devemos nos achegar perante o Rei com um coração que murmura, mas com louvor, fruto de lábios que confessam o Nome Dele, sempre com ações de graça, agradecidos por tudo.

CONCLUSÃO

Que como o salmista, possamos dizer: “Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios” (34:1) e também “A minha língua celebrará a tua justiça e o eu louvor todo o dia.” (35:28). Aleluia!

Pense nisso e siga em frente!

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