Adoração extravagante parte 2

extravagancia

Continuaremos a falar de adoração extravagante, só que agora iremos nos basear nas palavras de Darlene Zschech. Essa tal de adoração extravagante está tirando o sono de muitos líderes na Igreja.

Sons de Hilsong Church, ventos da Austrália, adoração do coração de Darlene. Em suas próprias palavras, “alguém que não se satisfaz em fazer belas músicas, mas cuja paixão é promover o Reino de Deus”.

Vejamos alguns aspectos para o nosso estudo de hoje:

ADORAÇÃO E MEDITAÇÃO DO ASSUNTO NO PARECER DE DARLENE ZSCHECH

adoração

Darlene Zschech é ministra de louvor em sua igreja local, compositora de canções de adoração (Aclame ao Senhor, uma das mais conhecidas) e tem procurado vivenciar em seu ministério atual, em função de uma experiência pessoal com o Senhor, segundo seu testemunho, uma adoração mais profunda dentro de uma nova declaração de fé ou uma nova bandeira para o primeiro ano do novo milênio.

Afirma que ouviu o Senhor lhe dizer que com brandura em momentos de busca e oração: “Filha, você ainda não é uma adoradora extravagante”.

Veja o artigo: “Geração de extravagantes”

Em sua explanação, definiu extravagante como “aquele que esbanja”, que excede, que é ultrageneroso, que vai além de limites razoáveis. Em sua mente e coração, relacionou esta ideia com alguns relatos bíblicos de adoração, como por exemplo, em Lucas 7.

O texto relata a história da mulher pecadora que trouxe algo considerado como “adoração esbanjadora”, segundo sua interpretação, pelos que testemunharam a cena.

A mulher lavou os pés de Jesus com lágrimas, secou-os com os cabelos, beijou-os e em seguida derramou seu caríssimo perfume do jarro de alabastro sobre os pés do Mestre. 

Darlene ensina que a verdadeira adoração ocorre quando o espírito adora e se une com o Espírito de Deus, quando a essência de nosso ser se encontra amando a Deus, perdida nele.

Mesmo valorizando o louvor congregacional, Darlene reconhece que a adoração mais genuína acontece no secreto, na intimidade, individualmente, como adoradores de Cristo!

O DARLENE QUERIA?

Louvor

Em sua interpretação e concepção adjetiva de “extravagante”, Darlene crê que Noé era um adorador extravagante, por ter passado por situações extremas e em meio a tudo continuou louvando a Deus (Gn 8.20), que Abraão era extravagante por não poupar a seu próprio filho Isaque (Gn 22.12), pois estava preparado para dar tudo, era ultrassonoro, excessivo; que Davi só queria oferecer holocausto que custasse algo, que fosse sacrificial (1 Cron. 21).

Adoração extravagante atrai e mantém a atenção de Deus, provoca uma reação generosa do próprio Deus. Segundo Darlene, trata-se de causa e efeito! Amar extravagante é ter um estilo de vida em amor “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a tua alma, de todo o seu entendimento e de todas as forças (Mc 12.30).

Darlene concorda com C. S. Lewis que define a adoração como “a saúde interior que pode ser ouvida”. Adoração é a experiência e a emoção mais desprendida, abnegada, de que a nossa natureza é capaz.

Veja o artigo: “Expressões físicas: isso pode?”

Neste sentido, Darlene mostra que é absolutamente essencial que sejamos controlados em nossas emoções e reações emocionais; que como cristãos criativos, saudáveis e amantes da Palavra, devemos nos submeter a Cristo e deixar que Ele controle nossas emoções.

Ao contrário do que temos visto, em várias ministrações “tupiniquins”, com o descontrole emocional e o destempero de ministros que forçam a barra, Darlene mostra que as emoções quando chegam ao máximo, instalam atitudes negativas, às vezes catarses incontroláveis, depois tristeza e depressão.

CONCLUSÃO

Que Deus tenha misericórdia e que voltem a congregar. E que nós aprendamos a derramar nossos corações, em secreto e coletivamente, e vermos o Senhor Jesus ser adorado e glorificado!!! Leiam o livro de Darlene e retenham o que é bom. Aprendendo uns dos outros, cresceremos na adoração!

Pense nisso e siga em frente!

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